terça-feira, 12 de abril de 2011

La María que no quiere ser igual a las otras.

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La María que no quiere ser igual a las otras es solamente uno de los ensayos que hice (ficticio), y sin embargo una es una tentativa de cuento;  quizás moderno... tiene  sin duda algo de contracultura.

Ella no quiere tener títulos, cómo las otras chicas. Tiene entonces, preferencia por  la muerte do que la adecuación a los estereotipos.
Vamos entonces a lo cuento:
Estoy diciendo que no tengo más voluntad de vivir.  Como Verónika, yo decido morir. Yo no quiero más ser tenida por títulos que debo tener como siendo yo.
Como el alma fuera una niña  que comenzara a no poder estar desnuda, porque su cuerpo no puede más ser visto en la sociedad. Yo prefiero a la muerte  que tener hacer o ser.;  lo que toman por mis iguales lo hacen o son.
No me cubre, si quieres mirarme. Yo te pido... O déjame morir para no vivir curvándome a las apariencias  de lo que supuestamente yo soy...
Respeto, púes. Mi elección y mi verdad.
Dicen que nada o cuasi nada es en absoluto. Pero no sé se me veo en absoluto o relativo. Dicen que para ser feliz es necesario ser dispuesto a asumir  el yo. Entonces yo asumo la indefinición que me es de derecho.
Tiene dos tipos de muerte: al sentido literal y la lirica. Puede ser que la muerte lirica sea literal (o viceversa). Depende del envuelto o quién hablo de lo cuento.
Entonces sin embargo, puede ser que la muerte sea: “Muerte Múrida” o “Muerte matada”..
 “Muerte Múrida” es la causa natural, y la muerte matada es culpa  del agente. El agente que hace agresión y obliga que sean solo iguales.  El agente que no eres a la gente, no es nadie... solamente la copia de la copia.

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Em português:  A Maria que não quer ser igual as outras.


A Maria que não quer ser igual às outras é um dos ensaios que fiz.(fictício) e sem dúvida uma tentativa de conto, quem sabe moderno. Tem sem dúvida, alguns elementos da contracultura.
Ela não quer ter títulos, como as outras meninas. Tem, então. Preferência pela morte do que a adequação aos estereótipos.


 Eu estou dizendo que não tenho mais vontade de viver. Como Veronika, decido morrer. Eu não quero mais ser tida por rótulos que não almejo. Querem limitar-me aos ditos; que devo assumi-los como sendo eu mesma.

Como se a alma fosse criança que começara a não poder ficar nua porque seu corpo não podia ser visto na sociedade. Eu prefiro a morte a ter de fazer/ser o que tomam por meus iguais fazem ou são. Não me cubra se quiseres olhar para mim. Eu vou peço. Ou deixe-me morrer para não viver curvando-me as aparências do que supostamente eu sou.

Respeite, pois. A minha escolha, a minha verdade... Dizem que nada ou quase nada é absoluto. Mas eu não sei se me olho em absoluto ou relativo. Dizem que para ser feliz é preciso se “assumir”. Então eu assumo a indefinição que me é de direito. Existem dois tipos de morte a do sentido literal ou a do lirismo (metáfora)... Nada impede que a morte lírica seja literal ou vice-versa. Depende do envolvido ou de quem que contou o “causo”. Então a morte pode ser “morte morrida” ou “morte matada”.

    “Morte morrida” é a de causa natural, e a “morte matada” é culpa do agente. O agente que agride e que obriga a ser mais um. O agente que não é a gente, não é ninguém, só a cópia da cópia...


8 comentários:

Duo Postal disse...

Meu espanhol não é muito bom, por isso confesso que não compreendi certas palavras, porém devo admitir que seu blog tem muita qualidade, parabéns!!!

http://duo-postal.blogspot.com

Habib Sarquis disse...

Meu espahnol também não é muito bom. O resto do blog está bem legal.

http://boomnaweb.blogspot.com/

_DeeH_ disse...

O que dize .. bem sem duvida muito original ao escolher outra lingua para postar ..
Parabéns pela ousadia e coragem até pq muitos são aqles que não sabem ler espanhol porem poucos seram aqueles que terão curiosidade e disposição e tempo para traduzir o texto mesmo tendo ferramentas de rapido e facil acesso ..
bom eu fui uma dessas poucas pessoas e mesmo usando a ferramenta do google tradutor não consegui compreender muito o que vc quiz dizer no post !!!

Peço desculpas pela minha ignorância ... apenas notei que se fala sobre a morte mas como já informei não entendi o texto ... Sinto muito !! abraços ...

karinacasola disse...

Agora tradução correta no post.

Xael disse...

rótulos rótulos e mais rótulos... o mundo é feito disso... é fato.. não devemos ser igual a ninguém por isso mesmo somos livres... tudo tem q ser classificado em alguma coisa.. e pra que?? pra separar tudo que devia ser mais que unidos.. é dificio viver.. mas vale apena por mais que as outras tentam ser iguais aquelas q acham perfeitas.. admiro todas aquelas que fazem a diferença.. parabéns

Pankeka disse...

Bom de começo devo agradecer por fornecer a tradução (kkkk).
Bom o mundo é um rótulo ambulante então nada mais a declarar

visita-me
http://yullapankeka.blogspot.com/
bjus
Belo blog >.<

Priscila Natany disse...

"Então eu assumo a indefinição que me é de direito". Muito booom !

Suzana disse...

Nossa! Muito bom, bom mesmo

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