sexta-feira, 10 de junho de 2011

Didática do Interesse da Escola Pública

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Que a escola pública precisa de reformas urgentes, todos nós sabemos. O que talvez nós nos esquecemos que o “Como fazer” essa reforma, já foi escrito e reescrito várias vezes.; o que falta de verdade é por em prática.
O artigo publicado em Maio de 1953 por Evaristo de Moraes Filho, com o título de “Didática do Interesse na escola secundária”, sem observar as regras ortográficas da época; Ilustra perfeitamente que o tipo de didática apresentada na época é ainda o que se utiliza na grade curricular do país. O método de ensino hoje, ainda utiliza ferramentas rudimentares (não que isso “seja a raiz de todo mal”), e, infelizmente não sabe adequar às tecnologias na realidade da própria didática. Nós temos no Brasil hoje, uma cultura técnica precária (por cultura técnica, entendemos a inserção do individuo na utilização e compreensão de tecnologia), o que fica agravante com o passar dos anos, onde o individuo não tem uma vivência significativa com essas novas evoluções. (mas vou me ater na mais na pedagogia apregoada, que é mais importante que as ferramentas de trabalho em si). A herança da Escola “funcional” (que em essência, funcional não tem nada); é o diploma de um analfabeto funcional. Ele (aluno funcional) sabe decodificar (ler) o que está escrito aqui, por exemplo, mas não compreende.
Segundo dados de 2005 do IBOPE , no Brasil o analfabetismo funcional atinge cerca de 68% da população (30% no nível 1 e 38% no nível 2). Somados esses 68% de analfabetos funcionais com os 7% da população que é totalmente analfabeta, resulta que 75% da população não possui o domínio pleno da leitura, da escrita e das operações matemáticas, ou seja, apenas 1 de cada 4 brasileiros (25% da população) são plenamente alfabetizadas, isto é, estão no nível 3 de alfabetização funcional.
Tudo isso resultante da didática do interesse, de quem? E por quê? A didática do “esforço”. Porém agora tudo vai “melhorar” nós temos as cotas. (faz-me rir). Parece que o Brasil anda de marcha ré. (mas também não vamos nos ater em detalhes jurídicos, pelo menos não agora). Vejam o texto em íntegra de Evaristo de Moraes Filho, tirado de um livro velho; Surrado, mas coeso :D

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Saudosismo


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  karinacasola 15/03/2004
Estes dias, eu estava tentando me lembrar do que eu escrevera por estes anos, e encontrei esta pequena participação que eu fazia no "jornal virtual" do Abrón... "Coluna da kaká"... É como se eu me descobrisse a mim mesma.. é estranho ver como mudamos através da escrita.. Abrón, cade Abrón heim? perdemos tantos amigos ao longo do tempo..perdemos a nós mesmos ao longo de tempo.. Mas chega de saudosismos, quer dizer entre aspas..rsrs veja este texto em integra: Num momento de saudosismo e insensatez, Kaká rebuscou linhas com as mais divertidas memórias do passado. Proibido para aqueles que não tiveram infância. Quem me dera ligar a TV e assistir, ao invés de bundas enormes e peitos siliconados, as cômicas trapalhadas dos 3 patetas, ou as aventuras de Vicky, a menina robô. No lugar de novelas com temas que se repetem às 18, 19 e 21 horas, me entreter com seriados como Buck Rogers, Agente 86 ou Perdidos no Espaço. E ter a opção de mudar de canal e assistir os Muppets, mudar de novo e me deparar com Vila Sésamo. E agora? Assisto Buck Rogers, Nacional Kid ou Spectreman? Ó dúvida cruel! Na dúvida, desligo a TV. Quero reviver minha infância. Espalho pela sala meus brinquedos... Aquaplay, Genius, Batalha Naval. Ai!!! Pára com esse barulho, Bate Bumbo! Coloco meu playmobil para andar de ferrorama. Fofolete, liga o meu TK 2000 enquanto eu jogo no Atari. Pac Man, Space Invaders, Asteroids. Que bagunça! Ô, Mandachuva, chama o Guarda belo para colocar ordem na casa! Óh, céus! Pede reforço! Chama o Capitão América! Não está? Chama o Capitão Caverna mesmo. Garoto Juca, manda o Bozo parar de palhaçada! Super Mouse é seu amigo, vai salvá-lo do perigo. Até o Speed Racer aproveitou a Corrida Maluca para dar o fora. Acho que eu vi um gatinho... não! De duas, uma: era o Papaléguas ou a Formiga Atômica! Só o Mini Polegar será capaz de descobrir! Tutubarão, quem comeu meus dadinhos? Que saudade de colecionar aquelas figurinhas dos chocolates Surpresa, que traziam animais da fauna brasileira. Quem não se lembra dos transfix do Ploc Monsters? Naquele tempo a gente comia fritopan e mergulhava o pirulito no açúcar. Que os deuses conservem o Dipn’Lik! E aquelas aguinhas coloridas, que se comprava na feira? Vinham em tubinhos transparentes, que podiam ter a forma de carrinho, ursinho, revólver ou qualquer outra bugiganga. Aquilo era horrível, mas era ótimo! Como as músicas do Léo Jaime, José Augusto, Benito de Paula... passaria horas citando compositores de bregarias. Garçom, aqui, nessa mesa de bar são tantas emoções! Ah, quero pegar carona no Trem da Alegria, ou no Balão Mágico. Menudos, vamos jogar Dominó? Ou fazer uma Armação Ilimitada? Juba e Lula, hoooow!!! Bambalalão, bambalalão! Entrou por uma porta, saiu pela outra, e quem souber que conte outra..

sábado, 23 de abril de 2011

Socialismo ou Capitalismo

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Quando eu fui apresentada a textos de Karl Heinrich Marx e Engels já comecei a me auto- intitular como socialista.
Confesso que fiquei fascinada como estes dois analisavam a dinâmica do capitalismo e suas evidentes contradições. Eles acreditavam que o sistema capitalista inevitavelmente seria destruído, e haveria outro sistema que o superaria.
Viam a realidade do trabalhador, como um agente explorado e que poderia gerar uma classe revolucionária, motriz da destruição do capitalismo burguês. Eu tinha um sonho de justiça, de igualdade de verdade. Que as pessoas não sofressem tanto em busca da subsistência, e que não houvesse tantas desigualdades. O socialismo seria uma etapa intermediária, afirmaram estes dois autores, porém útil para se obter uma sociedade comunista (a meu ver, a raiz de todo o mal). O ápice da revolução histórica seria o comunismo, onde a sociedade não seria mais dividida em classes, não haveria a propriedade privada e nem o estado (entendido como instrumento burguês). O ideal de igualdade entre os homens era o seu alicerce. Uma sociedade perfeita; causou-me encanto. Condenaram toda formação social (escravismo, feudalismo, capitalismo) que teriam em si os germes de sua própria destruição. Mas eu acabei por me dar “desencantada”, quando sai da Infância/adolescência e vi o lucro como algo benéfico para o progresso de uma nação. (talvez a parte burguesa em mim falou mais alto). Também quando possivelmente Fidel castro igualado Pinochet; Teria traído Che com o partido socialista Boliviano antes da própria Cia (ou com a Cia), ou da possibilidade de Che se vivo se tornar um Fidel. Talvez não houvesse homem incorruptível que pudesse de fato erguer uma bandeira tão nobre. O que reforçou mais ainda a minha negação do comunismo foi ver a realidade cubana que está aquém do que defendia a teoria marxista. Tiraram do povo seus bens, a liberdade de expressão e o estado não é mais um instrumento burguês, mas um instrumento de tirania. Será que Che queria isso? Há alguns vídeos no YouTube que dizem que o socialismo é uma máquina de se fazer pobres. Mas no capitalismo também há pobres, tem oprimidos e tem opressores, tem uns que intentam contra a liberdade de expressão, tem partidos que sonham ser absolutos.
Então a solução é Capitalismo ou Socialismo? Eu penso que nenhum dos sistemas, como João Ubaldo Ribeiro diz, o problema está em nós como povo. Não pense Cuba que uma república ou uma democracia capitalista é a fonte de toda riqueza. Nós como matéria prima de um país que somos a verdadeira riqueza.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Bons Sonhos










Lullaby Indian

terça-feira, 12 de abril de 2011

La María que no quiere ser igual a las otras.

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La María que no quiere ser igual a las otras es solamente uno de los ensayos que hice (ficticio), y sin embargo una es una tentativa de cuento;  quizás moderno... tiene  sin duda algo de contracultura.

Ella no quiere tener títulos, cómo las otras chicas. Tiene entonces, preferencia por  la muerte do que la adecuación a los estereotipos.
Vamos entonces a lo cuento:
Estoy diciendo que no tengo más voluntad de vivir.  Como Verónika, yo decido morir. Yo no quiero más ser tenida por títulos que debo tener como siendo yo.
Como el alma fuera una niña  que comenzara a no poder estar desnuda, porque su cuerpo no puede más ser visto en la sociedad. Yo prefiero a la muerte  que tener hacer o ser.;  lo que toman por mis iguales lo hacen o son.
No me cubre, si quieres mirarme. Yo te pido... O déjame morir para no vivir curvándome a las apariencias  de lo que supuestamente yo soy...
Respeto, púes. Mi elección y mi verdad.
Dicen que nada o cuasi nada es en absoluto. Pero no sé se me veo en absoluto o relativo. Dicen que para ser feliz es necesario ser dispuesto a asumir  el yo. Entonces yo asumo la indefinición que me es de derecho.
Tiene dos tipos de muerte: al sentido literal y la lirica. Puede ser que la muerte lirica sea literal (o viceversa). Depende del envuelto o quién hablo de lo cuento.
Entonces sin embargo, puede ser que la muerte sea: “Muerte Múrida” o “Muerte matada”..
 “Muerte Múrida” es la causa natural, y la muerte matada es culpa  del agente. El agente que hace agresión y obliga que sean solo iguales.  El agente que no eres a la gente, no es nadie... solamente la copia de la copia.

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Em português:  A Maria que não quer ser igual as outras.


A Maria que não quer ser igual às outras é um dos ensaios que fiz.(fictício) e sem dúvida uma tentativa de conto, quem sabe moderno. Tem sem dúvida, alguns elementos da contracultura.
Ela não quer ter títulos, como as outras meninas. Tem, então. Preferência pela morte do que a adequação aos estereótipos.


 Eu estou dizendo que não tenho mais vontade de viver. Como Veronika, decido morrer. Eu não quero mais ser tida por rótulos que não almejo. Querem limitar-me aos ditos; que devo assumi-los como sendo eu mesma.

Como se a alma fosse criança que começara a não poder ficar nua porque seu corpo não podia ser visto na sociedade. Eu prefiro a morte a ter de fazer/ser o que tomam por meus iguais fazem ou são. Não me cubra se quiseres olhar para mim. Eu vou peço. Ou deixe-me morrer para não viver curvando-me as aparências do que supostamente eu sou.

Respeite, pois. A minha escolha, a minha verdade... Dizem que nada ou quase nada é absoluto. Mas eu não sei se me olho em absoluto ou relativo. Dizem que para ser feliz é preciso se “assumir”. Então eu assumo a indefinição que me é de direito. Existem dois tipos de morte a do sentido literal ou a do lirismo (metáfora)... Nada impede que a morte lírica seja literal ou vice-versa. Depende do envolvido ou de quem que contou o “causo”. Então a morte pode ser “morte morrida” ou “morte matada”.

    “Morte morrida” é a de causa natural, e a “morte matada” é culpa do agente. O agente que agride e que obriga a ser mais um. O agente que não é a gente, não é ninguém, só a cópia da cópia...


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Crime em escola do Rio




O Caminho da Vida

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.

A cobiça envenenou a alma dos homens... Levantou no mundo as muralhas do ódio... E tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.

Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.

Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)

Eu fiquei pensando nesse trecho de Charles, quando estava tentando entender o que estava passando no RJ, na Escola Municipal Tasso da Silveira; quando a programação normal do canal foi suspensa para dar ao vivo essa notícia.
Adolescentes morrendo? Qual o motivo?
Crianças em uma ótica perturbada sendo vistas como impuras.  Crianças impuras?
Não veio aqui discutir e falar mal de religiões ou de ceticismo.  Não considero pessoas céticas ou religiosas sendo más ou boas (o caráter não pode ser julgado por opinião e sim por caráter), e não acredito realmente que a crença do rapaz foi o responsável por esse ato brutal.
Acredito que minha indignação se deve ao fato de como a nossa sociedade está se perdendo em essência.  Perdemos o sentido real da palavra “Humanidade”.
Nós estamos cada vez mais presos no nosso próprio individualismo, e sem dúvida, presos nos nossos próprios dogmas e visão de mundo; tão presos que nos esquecemos do indivíduo ao lado, que pode ser o vizinho que não conhecemos professor, aluno...
Alguém que pode ser que está em um momento muito caótico dentro de si mesmo, a ponto de explodir feito uma bomba-relógio... Mas ninguém sabe, pois ele é só mais um na multidão.

Amo o público, mas não o admiro. Como indivíduos, sim. Mas, como multidão, não passa de um monstro sem cabeça.

Nossa sociedade é rainha das multidões. Nós somos o público.  Elegemos meia dúzia de pessoas para nos preocuparmos, e ficamos na nossa redoma de vidro, nos cerrando de conhecer as pessoas que estão do nosso lado, por algum motivo, pegando ônibus, trem, avião. Ou até mesmo de um colega de trabalho.
Mas, isso minimiza a culpa do rapaz? Claro que não. Mas eu quero parar e refletir, será que nós, sociedade, não estamos criando estes “monstros”?
O criminoso havia contraído HIV e na psicose dele, aquelas crianças eram uma ameaça por carregarem “impureza.” Se formos observarmos esse crime hediondo veremos há mais vitimas do sexo feminino ( em quase maioria).  (10 meninas e 1 menino).
Nós podemos cogitar várias possibilidades que desencadearam a psicose: bullyng, exploração sexual sofrida na infância (que há tudo indica ser o agressor do sexo feminino).
A nossa sociedade está sustentada em pilares fracos, que podem desmoronar a qualquer momento.  Quem sabe o que sofreu esse rapaz quando criança que o fez se tornar em um monstro que atira em crianças inocentes?
Temos que ter a responsabilidade de cuidar das crianças que são o futuro do mundo, como uma pedra preciosa, lapidando aos poucos com ética e cidadania e respeito ao outro. Erradicar de vez a violência que está inserida na raiz da sociedade moderna; para que violências como esta não se repitam mais no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo.



Todo o homem é culpado do bem que não fez.
Voltaire

domingo, 3 de abril de 2011

Quem nunca passou por isso?

Frank sinatra sing songs of Brazil... very cool. Bossa-Nova song from Brazil




sábado, 2 de abril de 2011

Autumn


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 Autumn
by karinacasola





I looked the stars, because I knew you would also look to.
And for a moment, we connected again...
You soul wept, to suppose my absence.
My childish heart, cried like the day..
The day was suffering with us, his tears fall from the sky.
It was autumn rain, and say that when it rains in autumn, it does not rain for a long time...
but I think that was enough time for a child love.,

Old Lection


Cultures subjugating cultures only have in the capitalism system… I’m not communism but I know lection old:
 “Different economy, trade many different.” 
 A developed country cannot have an egalitarian trade with an underdeveloped.
Why not the United States and Mexico instead of the United States and Brazil?
Brazilians speak English, and American speaks Portuguese?
American products have a good trade in Brazil, and Brazilian products have a good trade in United States?
Good question for us. No?



Território de Paz


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Eu fiquei observando ao longo da semana que passou várias placas aqui em Novo Hamburgo: Território de Paz a 5 Km, 50 m.. Eu pensava: "será que um projeto da Onu, Rio 2016 ou obra dos aliens", "faz tanto tempo que eu não passo aqui" kkkkkkkk Bem desatualizada, eu sei.. até que eu me informei que é um projeto de 2009 do governo, que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de diversos bairros do Brasil, através de políticas públicas de segurança, lazer, educação e cultura. Não pensem que vou elogiar o governo,.isso é só inicio.. Há muita coisa a ser feita... Mas Também não quero falar detalhes do projeto.. eu só quero fazer uma tentativa de reflexão filosófica.. Eu fiquei pensando se houvesse um território de paz, efetivamente.... Quais seriam as regras pra manter a paz? Talvez ser simples. ser nobre, ser tolerante.. As pessoas nesse território de paz, teriam paz? Como seria um território da paz, e o resto do mundo sem um "bucadinho" dela? pode ser que "a paz não é um estado primitivo paradisíaco, nem uma forma de convivência regulada pelo acordo. A paz é algo que não conhecemos, que apenas buscamos e imaginamos. A paz é um ideal" como Hermann Hesse disse. Talvez inimaginável,.mas podemos tentar.. O que é a paz para cada um?
Não haveria enganos no território da paz? não haveria "ismos" no território da paz? A bandeira seria branca com uma pomba?
Eu desisto, acho que você também desistiu... nós não sabemos como seria... mas podemos fazer a nossa parte.... Emprestar um ombro, dar um bom dia sincero..ajudar,ajudar...
"A paz é igual a uma grande roda humana, enquanto todos estiverem de mãos dadas, as armas estarão no chão". Tiago Bicalho